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Home Adventismo

Adventismo do Sétimo Dia – Uma análise teológica e histórica

O Juízo Investigativo dos Adventistas do Sétimo Dia

O que Diz a Bíblia por O que Diz a Bíblia
08/04/2023
em Adventismo, HERESIAS E MODISMOS
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No livro “Administração da Igreja” p. 26, CPB, lemos: Somos Adventistas do Sétimo Dia. Envergonhamo-nos, por acaso, do nosso nome? Respondemos: Não! Não! Não nos envergonhamos.

Por que os Adventistas do Sétimo Dia (ASD) se envergonhariam do seu nome adotado na assembleia realizada em Battle Creek, em 28 de setembro de 1860? Eles mesmos fornecem a resposta, declarando:

O movimento adventista na América foi originado por homens que estavam ansiosos para receber a verdade quando ela lhes chegasse. Eles a aceitaram sinceramente e vieram “de acordo com ela”, esperando serem logo traduzidos. Após a grande decepção, todos caíram na escuridão (“Fundadores da Mensagem”, p. 9 – Everett Dick, CPB).

Entre esses homens que deram origem ao movimento adventista estava William Miller. Em 1816, ao estudar o livro de Daniel, ele interpretou que Daniel 8.14 estava relacionado à segunda vinda de Jesus e fixou essa data para 1843. Mais tarde, alterou para 22 de outubro de 1844, mas, mesmo assim, a segunda vinda de Jesus não se concretizou.

QUESTIONAMENTO

Os ASD costumam questionar: Como admitir que William Miller fosse adventista, se a Igreja Adventista do Sétimo Dia só foi organizada em 28 de setembro de 1860, ou seja, alguns anos depois de Miller ter fixado a volta de Jesus para 22 de outubro de 1844? Eles não aceitam qualquer conexão com William (ou Guilherme) Miller, afirmando que isso é uma grande inverdade e que são informações deturpadas sobre a origem denominacional adventista (“Carta da Escola Bíblica”, de Nova Friburgo, RJ, de 12-12-00). Chegam a afirmar que: Os Adventistas nunca marcaram uma data para a Volta de Jesus. Foram os Mileritas (seguidores de Guilherme Miller, um pregador batista) que fizeram isso. Eles anunciaram que Jesus viria no ano de 1843; depois, deduziram que seria em 1844; como os Adventistas do Sétimo Dia iriam marcar uma data se eles ainda não existiam? Surgimos como movimento organizado no ano de 1863 (declaração constante da carta em questão).

Da mesma forma que as Testemunhas de Jeová anunciam a data de 1914 como ponto central de sua doutrina, quando Cristo voltou invisivelmente e começou a reinar no céu, a data de 22 de outubro de 1844, estabelecida por William Miller para a segunda vinda de Cristo, é uma parte importante do sistema doutrinário dos ASD. Afirma-se que eles estão umbilicalmente ligados a Miller, que deu origem aos adventistas na América. No livro “Fundadores da Mensagem”, no capítulo que aborda a biografia de William Miller, ele é tratado como Pai do Movimento Adventista.

Por isso, os Adventistas do Sétimo Dia não se envergonham do seu nome é porque existe uma justificativa para isso. Embora a palavra “advento” signifique “vinda”, e todos os cristãos evangélicos em geral aceitem a doutrina da segunda vinda de Cristo, os Adventistas do Sétimo Dia foram além do que está escrito (1 Co 4.6) e, através de Miller, estabeleceram uma data para esse evento.

Imaginem só, hoje eles declaram: “Quando marcaram datas para a volta de Cristo, os adventistas nem sequer existiam! Por que inventar uma mentira dessas?” (“Carta da Escola Postal”, p. 2, de 13-12-00).

CÁLCULOS CRONOLÓGICOS

No livro já mencionado, “Fundadores da Mensagem”, pp. 21-23, Guilherme Miller estabeleceu, com base em Dn 8.14, a data da volta de Cristo como o ano de 1843, apresentando a seguinte doutrina em relação a essa vinda:

  1. Que Cristo voltaria de forma pessoal e visível, nas nuvens do céu, por volta de 1843;
  2. Que os justos ressuscitariam incorruptíveis e os justos vivos seriam transformados em imortais, ambos sendo levados juntos para reinar com Cristo em uma nova Terra;
  3. Que os santos seriam apresentados a Deus;
  4. Que a Terra seria destruída pelo fogo;
  5. Que os ímpios seriam destruídos e seus espíritos seriam mantidos em prisão até sua ressurreição e condenação;
  6. Que o único milênio ensinado na Bíblia era os mil anos que se seguiriam à ressurreição.

Nada aconteceu na data marcada (22-3-1843), então a data foi alterada para 22-10-1844 (“Fundadores da Mensagem”, p. 39). No entanto, essa data (22-10-1844) chegou e a volta de Cristo não ocorreu. Podemos imaginar o escárnio dos opositores em relação aos seguidores de Miller diante desse fracasso profético. Não é necessário conhecer muito a Bíblia para saber que ninguém está autorizado a marcar uma data para o dia da volta de Cristo (Mt 24.36; Mc 13.31-32; At 1.7).

Como, então, Guilherme Miller chegou a essa data de março de 1843?

Com base no estudo de Dn 8.14, ele chegou à seguinte interpretação:

a. Ele interpretou que o santuário a ser purificado era a Terra; b. Ele concluiu que a purificação seria feita pelo fogo, entendendo que a Terra seria purificada pelo fogo da vinda de Jesus (2 Pe 3.9-10); c. Ele interpretou que as 2300 tardes e manhãs seriam dias, mas não dias literais, e sim dias proféticos, com cada dia representando um ano, com base em Nm 14.34 e Ez 4.6; d. Ele fixou o ano 457 a.C. como ponto de partida para a restauração da cidade de Jerusalém com base em Dn 9.25, citando Ed 7.11-26 como fundamento bíblico;

e. Quando a volta de Jesus não ocorreu em 1843, eles acrescentaram mais um ano, considerando que apenas 2.299 anos haviam se passado desde 457 a.C. até 1843. Assim, estabeleceram a data fatídica de 22-10-1844. Essa sugestão foi de Samuel Snow, um seguidor de Miller.

INTERPRETAÇÃO BÍBLICA

Entendemos que a interpretação correta de Dn 8.14, “E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado”, é a seguinte:

a. O carneiro com duas pontas mencionado em Dn 8.3 representa o rei da Média e Pérsia – v. 20;

b. O bode mencionado em Dn 8.5 representa o rei da Grécia – v. 21;

c. A derrota que o bode (rei da Grécia) infligiu ao carneiro (Média e Pérsia) – vv. 7-8 representa a vitória da Grécia sobre a Média e a Pérsia;

d. Com a morte de Alexandre, simbolizada pela quebra do grande chifre, ele foi substituído pelos quatro chifres que surgiram do bode – v. 8 – indicando a divisão do império de Alexandre entre seus quatro generais – v. 22 (Ptolomeu, Seleuco, Lisímaco e Cassandro);

e. O pequeno chifre que surgiu de um dos chifres – v. 9 – (um rei feroz de semblante) – v. 23 representa Antíoco Epifânio, conforme vv. 11-12;

f. Antíoco Epifânio, que governou a Síria entre 175 e 164 a.C., profanou o santuário ou o templo de Jerusalém – v. 11 – e substituiu os sacrifícios prescritos na lei por sacrifícios pagãos de animais impuros e ídolos pagãos (1 Macabeus 1.21-24), conforme os sacrifícios prescritos na lei (Nm 28.1-3);

g. O santuário ou templo de Jerusalém foi purificado após 1.150 dias (quando os sacrifícios diários de tarde e manhã foram interrompidos), conforme Nm 28.1-3.

No entanto, os seguidores de Miller não aceitaram essa interpretação do texto de Dn 8.14, e foi então que Hirã Edson surgiu afirmando ter tido uma visão: “Vi distintamente e claramente que o nosso sumo sacerdote, em vez de sair do lugar santo do santuário celestial para vir à Terra no sétimo mês, ao fim dos 2.300 dias, entrava naquele dia pela primeira vez no segundo compartimento do santuário e tinha uma obra a realizar no lugar santíssimo antes de voltar à Terra” (“Administração da Igreja”, p. 20, CPB). Foi com essa explicação que os Adventistas do Sétimo Dia passaram a interpretar o evento profético de 1844 como o início de um juízo investigativo no santuário celestial, em vez da volta literal de Jesus à Terra.

Essa nova interpretação foi baseada no entendimento de que o santuário terrestre descrito no Antigo Testamento era um tipo ou símbolo do verdadeiro santuário no céu. De acordo com essa perspectiva, a obra de purificação do santuário mencionada em Daniel 8:14 seria uma obra de juízo e preparação para o retorno de Jesus.

Os Adventistas do Sétimo Dia afirmam que o juízo investigativo começou em 1844 e continua até os dias de hoje. Eles acreditam que, durante esse período, o caráter e as obras de cada indivíduo são examinados minuciosamente por Deus. Esse juízo investigativo é visto como uma parte importante da preparação para a segunda vinda de Jesus e do estabelecimento do reino de Deus.

Essa crença no juízo investigativo é um dos ensinamentos distintivos dos Adventistas do Sétimo Dia e influencia muitos aspectos de sua teologia e prática religiosa. Eles enfatizam a importância da santificação pessoal, do cumprimento dos mandamentos de Deus e da preparação para a vida eterna.

É importante destacar que as interpretações bíblicas e as crenças religiosas podem variar entre diferentes grupos e tradições dentro do Cristianismo. O entendimento dos Adventistas do Sétimo Dia sobre o juízo investigativo reflete sua abordagem hermenêutica e teológica específica.

Tags: Adventistas do Sétimo DiaCrenças Cristãs.História ReligiosaInterpretação BíblicaJuízo InvestigativoSantuário CelestialSegunda Vinda de JesusTeologia Adventista
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Comentários 1

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