Espiritismo e a Comunicação com os Mortos
O tema da comunicação com os mortos, conhecido como necromancia, tem sido um ponto de discussão entre os adeptos do espiritismo e os seguidores das doutrinas bíblicas. Um episódio que frequentemente é mencionado para embasar tal prática é a conversa entre Moisés, Elias e Jesus no monte da transfiguração.
Contudo, ao analisarmos esse evento à luz de pontos-chave, encontramos uma narrativa muito distante do suporte à comunicação entre vivos e mortos. É crucial destacar alguns elementos cruciais que delineiam essa diferenciação.
Primeiramente, este evento, assim como vários outros milagres divinos, foi singular e sem repetição ao longo da história. Isso contrasta fortemente com as práticas espíritas que se repetem incessantemente em diversos lugares.
Um segundo ponto essencial reside na ausência de invocação dos mortos. Enquanto no relato bíblico não há qualquer invocação de entidades falecidas, as sessões espíritas desafiam diretamente os textos bíblicos que expressamente condenam a necromancia (Dt 18.11,12).
Além disso, o fenômeno descrito no monte da transfiguração foi espontâneo, não envolvendo qualquer preparação artificial. Enquanto isso, nas reuniões espíritas, o ambiente é meticulosamente montado e preparado por médiuns, buscando condições específicas para favorecer a comunicação com espíritos. Esta é uma distinção crucial: nas escrituras, o evento acontece naturalmente, enquanto nas práticas espíritas, é induzido e controlado.
Outro ponto a considerar é o tema discutido durante o episódio bíblico, que era a iminente morte de Jesus. Nas sessões espíritas, os espíritos manifestados raramente abordam a morte de Jesus como o único caminho de redenção, contradizendo, assim, a doutrina bíblica.
Além disso, o diálogo ocorreu entre Jesus, Elias e Moisés, todos em corpos glorificados, enquanto os discípulos, meros mortais encarnados, não participaram da conversa. Isso suscita uma reflexão intrigante: se a comunicação com os mortos fosse viável, por que os discípulos presentes não se engajaram em diálogo com os veneráveis profetas mencionados?
Por fim, é notável que Pedro, figura central nesse relato, não tenha interpretado o evento como uma invocação aos mortos. Em suas palavras, ele enfatiza a glória e a majestade de Cristo, não fazendo menção direta a Moisés e Elias.
Portanto, ao analisarmos esse episódio bíblico, longe de endossar a comunicação com os mortos, ele reforça a doutrina bíblica sobre a divindade de Jesus. Mais uma vez, é testemunhado que a glória pré-encarnação de Jesus (Jo 1.14; 17.5) foi revelada, ressaltando-o como o esplendor da glória de Deus entre os homens (Hb 1.3). É crucial compreender que a ênfase está na majestade de Cristo, não na comunicação com os falecidos.
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Sua ignorância contamina a mente de pessoas fracas e incrédulas da mesma laia que você. “Conhecido como necromancia”? Conhecido aonde? Necromancia é um termo utilizado por vocês pra tentar difamar a Santa Doutrina. Você não sabe de nada do que tá falando, os espíritos a todo instante relembra a crucificação e os ensinamentos do Mestre, os espíritos falam muito mais dos ensinamentos do Mestre do que vocês evangélicos que ficam relembrando do tempo de Moisés que mandou apedrejar e criam a figura de um Deus vingativo enquanto isso os espíritos revelam o amor sublime de Deus e a libertação da alma, a Doutrina Espirita é o Consolador que Jesus anunciou que viria!
Jesus falou com os mortos, Jesus disse que ninguém verá o reino do Céu se não nascer de novo, Jesus disse que São Joao Batista é Elias reencarnado, o próprio Jesus disse e vocês insistem em negar a verdade!
A reencarnação foi retirada da Bíblia por volta de 500 depois de Cristo.
“Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor.” (Deuteronômio 18:10-12)
“E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo.” (Hebreus 9:27)
A Bíblia ensina que o homem tem apenas uma vida física e que após a morte vem o juízo. O conceito de reencarnação é incompatível com a mensagem de salvação encontrada nas Escrituras, e a obra de Cristo na cruz é suficiente para perdoar os pecados e garantir a vida eterna aos que creem nEle. Portanto, a ideia de múltiplas vidas para expiação de pecados ou progresso espiritual não encontra apoio bíblico. A redenção ocorre uma vez por todas em Cristo, e é pela fé nEle que o homem é salvo, não por um ciclo de reencarnações. “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” (Romanos 10:4)