Maçonaria – Conceito Geral
A maçonaria é uma instituição mística e hermética, repleta de dogmas, símbolos e ilustrações, cujos membros obedecem a um sistema moral. Dentro de uma definição ortodoxa, não é uma religião, mas sim um grupo religioso, com práticas litúrgicas dentro de templos, utilizando-se de paramentos e livros sagrados (Bíblia, Alcorão, Vedas…), formada por indivíduos oriundos de várias religiões (Lembre-se, esta é a premissa maçônica), com suas crenças dispersas nas mais inimagináveis divindades que possam existir. O ritual do 1º Grau declara o seguinte: “Como os maçons podem pertencer a qualquer religião, é desejável que tenha sido colocado no altar uma escritura de cada fé, mas não se deve procurar impor qualquer interpretação particular do ritual a qualquer irmão da ordem”. Lembre-se que existem 12 grandes religiões mundiais e mais de 20 mil seitas), logo um ateu (pessoa cética que não crê na existência do mundo espiritual, e/ou alguma divindade), não pode ser convidado a ser maçom. Com isso, a maçonaria depara-se com a necessidade de apresentar um deus que satisfaça a todos os envolvidos nesta organização, reconhecendo assim a existência de um deus genérico com a alcunha de G.A.D. U “Grande Arquiteto do Universo”, que atenda aos anseios desta mistura religiosa. Sendo assim, a maçonaria não é contra nenhuma religião, exercendo, entre outras finalidades, a prática da filantropia (Ef 2.8-9).
A Origem Histórica
Joaquim Gervasio de Figueiredo, em seu “Dicionário da Maçonaria”, faz a seguinte declaração: “As origens reais da maçonaria se perdem nas brumas da antiguidade”. A falácia maçônica, ao afirmar que a mesma teve seu início no templo construído por Salomão em Jerusalém (I Rs 6) (II Cr 7.11-16; 21-22), não tem a capacidade de resistir um milímetro sequer à posição bíblica em relação ao assunto, senão vejamos.
QUAL DEUS?
Em (II Cr 7.1-22) vemos de forma axiomática que: 1º) Salomão construiu o templo para prestar culto a um Único Deus, o que não é o caso da maçonaria. 2º) Este Único Deus, a bíblia também nos ensina, tem um único nome, o que não é o caso da maçonaria. 3º) E o que é ainda mais maravilhoso, o próprio Deus qualifica os demais deuses como falsos, o que também não é um conceito maçônico.
Maquete do templo de Salomão
Podemos até nos deparar com algum maçom que queira nos inquirir, dizendo que Deus não é chamado por um único nome, nisso nós concordamos, porém isso não muda sua personalidade e deidade, ou seja, Ele continua sendo o mesmo Deus. Estes “nomes”, na verdade, são adjetivos, que de forma alguma tentam descaracterizar o único e verdadeiro Deus. Se não vejamos: (Gn 1.1) Elohim – Deus (Gn 17.1) El Shaday – Deus Todo-Poderoso (Is 6.1) Adonay – Senhor (Êx 3.14) Yahweh – Iavé Senhor (Gn 21.33) El Olam – Deus eterno (Gn 14.19-20) El Eloyn – Deus Altíssimo. Mas observem bem! Todos estes nomes estão se referindo ao mesmo Deus! O que não é o caso da maçonaria. Lembra-se do deus genérico G.A.D. U??
Fechando Esta Questão
A crença em G.A.D.U é obrigatória para todo iniciante na maçonaria. “Atenção: negar a existência de uma divindade, que no caso da maçonaria é G.A.D.U, torna-se um impedimento definitivo para o candidato a suas fileiras”.
Veja a concepção maçônica:
GADU é deus, mas Jesus não é Deus nem filho de Deus! Portanto, temos a seguinte posição Maçônica: G.A.D.U não é o Deus da bíblia, ele e Jesus não são a mesma divindade e muito menos seria G.A.D.U, pai de Jesus Cristo.
PORÉM A BÍBLIA DIZ:
(Jo 10.30) – “Eu e o Pai somos um”. (Jo 10.38) – “Mas, se as faço, e não credes em mim, crede nas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim e eu nele”. (Jo 5.23) – “Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou”. (Mt 10:33) – “Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus”. Se o deus dos satanistas Albert Pike, Giuseppe Mazzini e outros é G.A.D.U, também este é o deus de alguns maçons que se dizem “pastores” evangélicos.


















